O Brasil e os nomes. Por Luis Fernando Amstalden

Trecho extraído do excelente artigo O BRASIL E OS NOMES do prof. Luis Amstalden

” …Esta minha análise não significa que sou nacionalista.

Não acredito que o Brasil seja o melhor país do mundo ou superior a outros. O fato é que não acredito que nenhum povo ou país seja perfeito.

 Todos têm características boas e ruins ao mesmo tempo. Um povo pode ser mais rico, mais organizado e até mais eficiente, em alguns aspectos, mas o paraíso não existe entre as nações desta Terra

e, muitas vezes “boas características” como a riqueza, são obtidas às custas da exploração de outros povos e nações.

Aliás, os organizados alemães cometeram as atrocidades do Holocausto de maneira muito ordenada. Os eficientes ingleses, moveram(dentre muitas outras) uma bem sucedida campanha militar para vender ópio para a China, e os honestos americanos tomaram boa parte do território mexicano além de massacrar seus índios da mesma maneira que nós. “

FONTE: Blog do Amstalden

Blog do Amstalden

No vidro do carro simples à minha frente, um adesivo daqueles que tem um desenho de bebê, avisa que “Mary Kelli” está a bordo. Tenho visto muito destes nomes atualmente. Deivids, Kathyllyns e, claro, muitos Maiquels e Dayannes e suas inúmeras variações ortográficas, todas nada brasileiras e na esmagadora maioria das vezes, erradas também na língua que se pretende ser a original do nome.  Eu entendo que nomear um filho é sempre algo muito simbólico, muito subjetivo. Que às vezes significa uma homenagem a alguém que conhecemos ou à um artista,  um atleta que apreciamos. Também entendo que em alguns casos os pais  simplesmente gostam da sonoridade dos nomes que escolhem. Temos ainda o fato da globalização desigual, que inunda nossa televisão e nossas rádios com músicas, filmes e programas principalmente americanos, o que por sua vez serve de inspiração para o nome de muitas crianças. No fundo, também entendo…

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